4 de fev de 2008

:: Reticências ::

Ainda há vinho, e tudo bem: branco, se lhe agrada.
Ainda há noites, há música, há os lençóis;
ainda há tudo a lhe dizer, e quanto mais digo, mais há.

E ainda há muito a fazer, a sentir, a perverter, a mudar.
Há o que penso em lhe dizer, e o que sequer ouso pensar.

Enquanto houver você, estarei aqui para lhe chamar.


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